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Alien morto em Itajubá (MG) . Ou mais uma fraude?
Conheço bem as regiões próximas ao local onde foram encontrados restos mortais de um suposto alienígena. Ali existem extraterrestres. Como vocês poderão ver no filme abaixo, trata-se de um tipo gray, o que não significa que seja um gray, e parece que foi incinerado ou algo assim. O corpo pode ser de um boneco muito bem feito, somente para atrair pessoas para o vídeo no youtube. Não sabemos. Parece também que as Forças Armadas Brasileiras também não deram muito crédito a história, porque geralmente são eles que cercam o local e somem com o corpo. O cachorro que encontrou o suposto alien chama-se Spoke.
A partir daí começa a ficar difícil acreditar neste vídeo. Tirem suas próprias conclusões amigos!
Angra 2 e 3. Destruídas até 2020?
Quando escrevi 2049, e isso aconteceu em 2007, e sua publicação ocorreu somente em 2009, o único acidente marcante com usinas atômicas da história havia sido o de Chernobyl, na Russia. Neste ano tivemos algo maior, que foi o acidente com as usinas do Japão, que levaram o mundo a se perguntar: para que usinas atômicas? A Alemanha já decidiu desligar todas as suas usinas e o Japão pensa seriamente em fazer a mesma coisa. O Brasil, para variar, está na contra mão da história, e traça planos para construir mais uma. Independente da opinião dos governos de outros países, e dos 200 mil habitantes da região, que não dormem a noite pensando que algo muito sério poderá acontecer por ali. Veja o que está escrito em 2049, sobre este assunto:
“A vida agora é melhor, e eu sinceramente espero vê-lo comigo aqui em 2049. São muitos os aspectos que podemos abraçar nestes tempos tão inusitados. Podemos falar um pouco da radioatividade que se espalhou nas usinas de Angra II e Angra III. Elas simplesmente não resistiram ao impacto do mar e esfarelaram-se diante da rigidez do oceano que invadiu a costa brasileira sem bater a porta. Foram milhares os desabrigados que não resistiram ao primeiro ataque das marés e milhões quando o tsunami das Ilhas Canárias avançou com ondas enormes sobre os
rochedos do Brasil. Fiquei com pena daquela gente porque vi crianças desaparecerem de seus pais e pais desaparecerem de seus filhos em questões de segundos. Vi quando a onda bateu na usina e a deslocou de lugar como se fosse um brinquedo. O vazamento da radioatividade foi relativo o suficiente para causar mais danos do que Hiroshima e Nagasaki juntas. Fauna e flora destruídas, vidas humanas perdidas, um verdadeiro paraíso largado de antemão pelos milionários que lá fizeram suas casas, pelo governo que abusou da possibilidade de contaminar este paraíso e por todos que não boicotaram a causa da construção de mais uma usina. Angra III saiu do papel e pelos idos de 2020 foi destruída antes mesmo de estar em completo funcionamento.”
Agora, veja está notícia:
Acidente em usina nuclear japonesa preocupa população de Angra dos Reis
Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O recente acidente nuclear no Japão reacendeu a polêmica em torno desse tipo de geração de energia e está causando preocupação entre as populações que vivem próximas a usinas. Mesmo em Angra dos Reis, na costa verde fluminense, onde não existe risco de tsunamis ou terremotos, parte da população está ainda mais aflita com um possível vazamento radioativo nas usinas Angra 1 e 2, criadas na década de 70. Uma possível falha humana ou no reator seria o suficiente para uma tragédia na região, que possui cerca de 200 mil habitantes.
O presidente da Associação dos Pescadores do 4º Distrito de Angra dos Reis, José Carlos Pedrosa, diz que, em caso de necessidade de fuga ou de emergência, não há estradas adequadas e o medo ronda o bairro onde mora, Parque Manbucaba, próximo às usinas.
“É preocupante você deitar e saber que tem uma usina praticamente no quintal da sua casa. Apesar de falarem que 10 quilômetros (km) de distância é uma área segura, lá no Japão ampliaram de 10 para 20 quilômetros e, agora, para 30, pois corre o risco de o acidente ser mais grave. Só que, aqui, as estradas não são suficientes.”
O pescador lembrou que as quedas de barreiras são constantes e a Rodovia Rio Santos (BR 101 sul) “vive interditada”. “O acesso mais rápido para se atingir a [Via] Dutra é subindo a serra pela Saturnino Braga, mas tem um projeto de uma estrada de uns 90 km desde a criação da Angra 1 que nunca saiu do papel. Não dá para evacuar com rapidez.”
O assistente da presidência da Eletronuclear, agência que opera as usinas, Leonam Guimarães, explicou que, embora um fenômeno natural como o que ocorreu no Japão seja praticamente impossível no Brasil, não se pode descartar outros tipos de acidentes. Leonam garantiu, entretanto, que o plano de emergência é rigorosamente idêntico ao adotado no Japão, onde o procedimento de evacuação foi realizado com êxito.
“E tenho certeza de que aqui a evacuação poderá vir a ser feita com muito menos dificuldade do que no Japão, pois lá eles estão em meio a um cenário de caos e, além disso, no entorno das usinas do Japão, a população é muito maior do que no Brasil.”
O funcionário da Eletronuclear explicou que na zona de planejamento de emergência, de até 10 km de Angra dos Reis, existem cerca de 22 mil pessoas. No Japão, o número de pessoas que moravam perto das usinas era de, aproximadamente, 80 mil pessoas.
Leonam ressaltou que as instalações das usinas no Japão foram as que mais resistiram ao terremoto e ao tsunami. “Todas as instalações industriais foram afetadas. Milhares de pessoas devem ter morrido de imediato com a explosão da refinaria de Ichibara, de gás natural.”
De acordo com a Defesa Civil do Estado do Rio, há um plano de emergência preventivo, de padrão internacional, que é colocado em prática todo o ano. De dois em dois anos, o “exercício” envolve a participação da população dentro da zona de planejamento de emergência – um raio de 15 km da central. Além disso, os moradores são convidados a participar de palestras. Anualmente, são distribuídos calendários com uma série de instruções e revistas para o público mais jovens. Cerca de 300 a 500 pessoas participam voluntariamente das etapas do plano de evacuação.
O pescador Carlos Pedrosa participa dos exercícios e confirma a distribuição dos folhetos explicativos, mas tem dúvidas de que isso baste para evitar um desastre. “Será que só isso basta? O plano de evacuação realmente existe, mas por onde fugir? Sempre nas reuniões voltamos a falar sobre os problemas das estradas e eles [autoridades] respondem que os projetos vão sair. Mas nunca saem.”
Dono de uma distribuidora de bebidas no bairro de Balneário, a cerca de 30 km das usinas, Magno Célio Pio da Costa reclama da falta de informação sobre os planos de fuga. Ele acha que a divulgação e os exercícios deveriam ser feitos em um raio maior.
“Nunca me entregaram nenhum panfleto explicativo. Só uma minoria participa dos exercícios que são longe daqui. Quem mora no bairro morre de medo. No caso de um acidente, saio correndo pelo mar, nem que seja num toco de madeira, porque pela [rodovia] Rio Santos, cheia de quebra-molas e barrancos, não dá”.
FONTE: AGENCIA BRASIL
Espero sinceramente que as previsões descritas em 2049 não se cumpram. Mas se algo ocorrer, lembrem que o descaso pela vida humana continua. Afinal, o que são 200 mil pessoas que correm o risco de morrer? Alguém do governo pode me responder?
CONTATOS IMEDIATOS. VOCÊ AINDA VAI TER UM.
Neste material que apresento a vocês, criado e produzido pela Discovery Channel, podemos observar a quantidade de contatos e a variedade de pessoas e países diferentes que tiveram contatos imediatos com seres inteligentes não humanos, que habitam este planeta e outros planetas do universo. Dou destaque ao contato na Russia. A Russia é uma região repleta de avistamentos e ocultados pelo governo,as vezes de forma agressiva. No livro KeyLux- A Chave para o Encontro, o ser de arcturus revela como foi atacado pelo exército vermelho:
“Fomos atraídos para o contato por um jovem da cidade de Varsóvia, pesquisador de sondas ufológicas. Um jovem humano sem referencias bélicas, mas que falhou ao comentar o assunto com seu pai. A noticia correu de boca a boca até chegar a alguém no exercito russo, amigo da família. E isso foi parar nas mãos do serviço secreto russo, que armou uma emboscada para nos reter em terra.
Isso tudo aconteceu na Terra, entre um grupo de soldados russos e um grupo de seres arcturianos que entenderam que um humano possuía a real vontade de entrar em contato conosco. Nós acreditamos nele e ele foi traído por outros humanos, que se apresentarem ao encontro belicamente com intenção de matar, e resgatar nossa pequena espaçonave.
Eu era muito jovem naquela época, mas já possuía a real noção de minha missão junto aos humanos. E essa foi uma situação que nunca esqueci. De lá para cá se passaram muitos anos no tempo da Terra e eu me familiarizei com os aspectos bélicos da Terra, e a real intenção de seus exércitos. Podemos dizer que não foi uma bela viagem ao encontro de novos amigos, porque não foi. Trouxemos uma lembrança muito amarga em nossos corações sobre humanos e nosso capitão foi atingido, tendo que passar por cirurgias reparatórias que o trouxeram de novo a vida.”
Outro destaque que dou é ao depoimento de um americano, que “para variar” fala mal das criaturas com quem teve contato. Ao dar este depoimento negativo, ele generaliza que todo e qualquer ser de outro planeta é mal, é negativo e pode nos atacar e fazer mal. Sabemos que Ets com este perfil existem. Mas sabemos também que não são todos. Quem estuda profundamente estes assuntos sabe disso. Vejam o documentário e tirem suas próprias conclusões!
Porque o ufólogo George Adamski foi levado a sério pelos USA?
Adamsky e Orthon
Hoje vou falar de alguém que foi levado a sério não só pelos Estados Unidos, como pelo Papa João XXIII, por reis, rainhas, Henry Kissinger e se encontra enterrado ao lado de grandes nomes da história americana. Nos dias medíocres em que vivemos, quando o estudo da ufologia está sendo jogado aos porcos pela grande mídia e por sites céticos, lembrar de George Adamsky e o respeito conquistado por suas posições, no mínimo polêmicas nos anos 40, é um alento.
A pergunta que faço é o que a grande mídia faria com George Adamsky se ele surgisse hoje. Teria a mesma repercussão e o mesmo respeito? A resposta é não. A impressão que tenho é que naquela época, os Estados Unidos consideravam que um polônes americano ter contato com extraterrestres colocava o país a frente dos outros. Até George Adamsky, ninguém falava em outros contatados. A relação entre os países era outra, existiam só duas potências, USA e URSS e o ser humano parecia ser mais aberto a realidade extraterrestre.
O que quero dizer é que se um país, um grande país, começar a endossar e proteger seus contatados, não haverá pânico, como não houve naquela época. Mas não existe este interesse. O interesse de hoje é oposto ao tempo de Adamsky. Hoje, com um mundo quebrado economicamente, envolvido em guerras sem fim, mergulhados na violência urbana e nas drogas, é muito perturbador achar que existem Ets e discos voadores como no tempo de Adamsky. Afinal, as autoridades sabem que eles existem mesmo. Eles podem nos provar em 30 segundos que nossos governos não valem muita coisa. Pense sobre isso. Leia abaixo as informações fornecidas pela Wilkpédia e depois assista o programa de Jaime Maussan sobre Adamsky.
George Adamski (17 de Abril de 1891 — 23 de Abril de 1965) foi um dos nomes mais importantes da ufologiano século XX. Nascido na Polônia, sua família emigrou para os Estados Unidos da América quando ele tinha apenas um ano e meio de idade.
Adamski serviu o exército dos Estados Unidos entre 1913 e 1916, no 13° Regimento de Cavalaria, onde envolveu-se nos conflitos fronteiriços causados pela Revolução Mexicana. Em1917, casou-se com Mary Shimbersky. Trabalhou como zelador e pintor no Parque Nacional de Yellowstone, e entrou para a Guarda Nacional norte-americana em 1918. Afirmava ter sido contrabandista de bebidas durante a vigência da Lei Seca (1920-1933). A partir de 1920, mesmo não tendo qualquer formação acadêmica, passou a dar palestras sobre astronomia e filosofia nos estados de Novo México, Califórnia e Arizona.
Em 1934, ele fundou em Laguna Beach, Califórnia, uma sociedade ocultista denominada “Ordem Real do Tibet”, onde ensinava “Lei Universal” e “Cristandade Universal Progressiva”, disciplinas que mesclavam teosofia e cristianismo. Foi ali que ganhou os títulos de “professor” e “filósofo”, bem como seus primeiros seguidores.
Por volta de 1940 ele fixou-se em Palomar Gardens, Califórnia, onde foi trabalhar como garçom e administrador de um pequeno restaurante de propriedade de Alice K. Wells, o Palomar Gardens Cafe. Ali, ele servia hambúrgueres para turistas que visitavam o observatório astronômico localizado na montanha, e, à noite gastava horas observando os céus com um modesto telescópio que havia instalado no quintal. E foi justamente deste mesmo quintal que ele teria visto algo que mudou radicalmente sua vida… Na noite de 9 de Outubro de 1946, enquanto perscrutava o céu como de hábito, Adamski avistou seu primeiro OVNI: era uma gigantesca “nave-mãe” que pairou sobre as montanhas ao sul do monte Palomar, seguindo na direção de San Diego. Este primeiro contato visual impressionou-o de tal modo que ele passou a dedicar todo seu tempo livre à investigação do mesmo, obtendo inclusive fotografias impressionantes de seus avisamentos. Estas fotografias constituem um capítulo à parte em sua história: sempre pareceu suspeito para seus
Best Seller de Adamsky
críticos que ele tenha conseguido tantas imagens de OVNIs e de tão boa qualidade sem se afastar dos arredores de sua casa, enquanto muitos pesquisadores que cruzaram os Estados Unidos de costa à costa, jamais obtiveram uma única foto – mesmo ruim.
Contra tal suspeita, Adamski apresentava duas justificativas: a primeira é que haveria uma coincidência de ordem geográfica. A casa dele estaria situada próxima a uma “linha de força magnética natural”, unindo Calexico à baía de Santa Mônica, e cujo centro estaria quase que exatamente ao sul de monte Palomar. Assim, os OVNIs estariam apenas seguindo um percurso normal de reabastecimento e ele seria, digamos, um observador privilegiado. A segunda explicação, não menos importante, ele resumia numa frase: “o segredo do êxito é a constância do propósito”. Ou seja: ele conseguia boas fotos porque se esforçava em obtê-las.
A partir de 1949, tendo reunido farto material fotográfico, Adamski começou a aceitar convites para palestrar sobre OVNIs. Sempre negou que cobrasse por suas apresentações, mesmo despesas de traslado e estadia; seus críticos, contudo, lhe atribuem a honra duvidosa de ter sido o primeiro ser humano a obter sucesso comercial graças aos seus contatos comextraterrestres. A única coisa que Adamski confirma é que, devido ao grande número de pedidos de cópias de suas fotos, teve de passar a cobrar por elas. Isso lhe teria valido uma acusação de “mercantilismo” que ele, natualmente, refutava.
Foi também em 1949 que Adamski publicou um livro de ficção científica intitulado “Pioneers in Space” (“Pioneiros no Espaço”), o qual, segundo algumas fontes, teria sido realmente escrito por uma amiga dele, Lucy McGinnis. Na obra,que fala de viagens espaciais à Lua, Marte e Vênus, ele advoga entre outras coisas a existência de atmosfera respirável na Lua, fato que pode soar bizarro no século XXI, mas que até as primeiras décadas do século XX ainda era considerado perfeitamente plausível por astrônomos famosos como William Pickering. É importante notar que algumas colocações apresentadas como ficção em “Pioneers in Space” passam a ser tratadas como facto em seu livro mais famoso, “Flying Saucers Have Landed” (“Os Discos Voadores Pousaram”) de 1953)
Escrito a quatro mãos com o publicitário Desmond Leslie, “Flying Saucers Have Landed” narra o suposto encontro de Adamski com uma inteligência extraterrestre em 20 de Novembrode 1952, no deserto do Colorado. Este ET, apelidado posteriormente de “Orthon” pela editora de Adamski, Caroline Blodgett, era o único ocupante de um pequeno disco voador que emergiu de uma gigantesca “nave-mãe” em formato de charuto. Orthon desceu no deserto, próximo ao local onde Adamski estava com um grupo de amigos e alunos, e, através de gestos e telepatia (visto que aparentemente não falava inglês), explicou que era oriundo de Vênus e que seus concidadãos estariam preocupados com o desenvolvimento de armas nucleares e a incapacidade dos terrestres em promover seu próprio crescimento espiritual.
Dentro das espaçonaves
“Flying Saucers Have Landed” fez grande sucesso quando de seu lançamento, e foi traduzido em diversos países, inclusive Portugal e Brasil. Tendo despertado a atenção do público, Adamski fez publicar em 1955 a segunda parte de seus encontros com os extraterrestres: “Inside the Space Ships” (“Dentro das Espaçonaves”). Na obra, ele narra como teria sido novamente contatado por Orthon, em 18 de Fevereiro de 1953, o qual, tendo aparentemente aprendido a falar inglês fluentemente neste curto período, levou-o para um passeio pelo espaço sideral à bordo de uma das “naves-mãe”.
Segundo Adamski, os extraterrestres precisavam de um porta-voz que disseminasse suas mensagens de paz entre os povos da Terra, e ele havia sido escolhido para a missão. Enquanto a “nave-mãe” cruzava o espaço, permitindo que Adamski visse (à distância) lagos, rios, montanhas nevadas e arborizadas na face oculta da Lua, paisagens igualmente bucólicas, oceanos e grandes cidades cientificamente projetadas em Vênus, seus anfitriões expressavam suas preocupações pelo baixo nível de desenvolvimento espiritual dos humanos, considerados uma das raças mais violentas do Sistema Solar.
Adamski teria ainda um último contato com os extraterrestres antes de sua morte. Em 26 de Fevereiro de 1965, ao lado da amiga Madeleine Rodeffer durante uma estadia em Silver Spring, ele testemunhou pela última vez o vôo de um disco voador sobrevoando árvores próximas. Desta vez, contudo, os ETs o haviam avisado previamente para que mantivesse uma filmadora à mão. O registo, em filme de 8 mm, é considerado um dos mais convincentes jamais efetuados em toda a história da ufologia. Segundo alguns engenheiros aeronáuticos, o fato do disco voador ter seu formato distorcido de quadro para quadro poderia indicar a presença de um poderoso campo gravitacional sendo gerado pelo aparelho.
Menos de dois meses após esta filmagem, faleceu em Maryland, vítima de um ataque cardíaco.
Vamos ter que morar debaixo da terra para sobreviver?
| Os americanos estão levando a idéia de que o mundo vai acabar muito a sério. Ou pelo menos, se não acabar, as pessoas poderão se proteger de terremotos, raios, furacões, pragas de gafanhotos e todas as desgraças biblicas dentro de um buraco. Mas não é um buraco qualquer como aquele que Saddan Hussein se escondeu. Ele é muito mais glamouroso.
A empresa Vivos está lançando um bunker popular por 50 mil dólares. Ou seja, por um pouco menos de 200 mil reais você pode comprar sua vaga em um dos cinco bunkers que serão construídos pela empresa, que tem um nome no mínimo sugestivo: Vivos. Cada bunker comporta 200 pessoas. Faça a conta. Por cada bunker, eles vão faturar 100 milhões de dólares. Mas se o mundo vai acabar, onde eles vão gastar este dinheiro? Parece brincadeira, mas é verdade. Para ter acesso ao bunker, basta ir até o deserto de Mojave, na California, descer 7 metros para baixo, passar por uma porta de ferro com 1.300 kg e entrar no maravilhoso mundo subterraneo americano. Você vai ter mantimentos por um ano. Afinal, não existe desgraça que nunca termine. No site, eles afirmam que a motivação em construir estas fortalezas subterraneas é a grande instabilidade mundial. Muita agitação na política internacional, possíveis colapsos econômicos, guerra entre o Islã radical e o cristianismo, conjunto de grandes terremotos, impactos de meteoros contra a Terra, guerra nuclear entre Irã e Iraque, atividade solar intensa em 2012 e inúmeras previsões mais antigas que a Bíblia e os Maias, aumentam consideravelmente a probabilidade de que passaremos tempos difíceis são incontestáveis. O site ainda diz que “Vivos” é a solução e a garantia de vida para você e sua família sobreviver a qualquer catástrofe que a natureza ou a humanidade possam criar”. Afirmam que os bunkers resistem a explosões nucleares. O site ainda pergunta: “pra que lugar você poderia ir sabendo das coisas que vão acontecer?” Em meu livro 2049, fiz uma viagem astral ao futuro da Terra e vi muitas coisas relacionadas a este assunto. Leia este trecho. “O planeta se transformou em uma imensa New Orleans e não havia nada a fazer do que se proteger e esperar passar. Porque um dia tudo aquilo iria deixar de acontecer. Só não sabíamos quando. O clima de terror que se instalou sobre o planeta foi generalizado. Imaginem bandos de pessoas saqueando cidades inteiras, matando e roubando por uma geladeira! Imaginem crianças sendo abandonadas porque seus pais morreram em uma enchente ou defendendo a casa das quadrilhas que se formaram da noite para o dia. Muitas famílias cresceram na paz e agora estavam diante de uma guerra, armados de todos os jeitos para defender suas famílias de invasores, e todo o tipo de pessoas que estavam destinadas a roubar, matar e pilhar a qualquer custo. Não que houvesse muita surpresa em ver pessoas atuando como demônios, porque na verdade elas eram demônios encarnados. Mas causou-me tristeza em ver populações inteiras do bem tendo que usar a força bruta para se defender e defender sua própria vida das milícias que matavam ou morriam. Não havia mais segurança em nenhum lugar que se fosse, e esta situação perdurou por muito tempo até que as naves chegassem.” Ou ainda: “…a grande maioria das casas que foram sendo construídas, depois dos acontecimentos de 2020, são aparentemente simples por fora e extremamente complexas por dentro. A aparência despretensiosa em muito se deve a não chamar a atenção das gangues que se tornaram rotina em todos os continentes. Gangues formadas por todo o tipo de gente que acreditava na destruição total e que expuseram para quem quisesse ver sua face diabólica. As casas foram feitas de forma a proteger as famílias destas gangues com o uso de muita tecnologia e pouco luxo. Imaginem que em um terreno de duzentos metros quadrados, as famílias construíram andares para baixo, às vezes cinco ou seis pisos. Isto facilitava de certa forma o controle sobre uma invasão no meio da noite de uma gangue qualquer porque ao entrar no primeiro piso, eles não encontravam ninguém. Entre o primeiro piso e o segundo, existia uma área nula, para caso os invasores conseguissem penetrar. Nesta área nula, o que se pode observar é um imenso buraco feito na terra e nada mais. Aparentemente vazio. Através de sensores, os ocupantes do verdadeiro segundo andar conseguem monitorar com clareza quantos e quem são os invasores, com câmeras do tamanho de um grão de areia e elas são muitas, espalhadas pelo chão e por toda a área. As passagens são intransponíveis primeiramente porque não visíveis a olho nu. Seria necessário que as gangues conseguissem um sonar ou um visualizador, capaz de interceptar sinais eletrônicos que abriam estes verdadeiros portais regidos por anti-matéria. Estas senhas eletrônicas são sinais magnéticos que estão no ar, flutuando e esperando que um interceptador com a senha correta faça-os abrir o campo magnético que funcionam como portas de acesso. Nada de alçapões e calabouços do passado. São portões virtuais que tomam a forma material quando os donos da casa desejam. E ninguém mais pode fazer isso.” Veja abaixo algo sobre as bases subterraneas que estão sendo construídas pelo governo americano… |
O UFO da China é falso. Mas que a China possui Ufos, é verdadeiro.
Vejam esta foto. Ela foi estampada em vários jornais chineses e em milhares de blogs ao redor do mundo. Os brasileiros que pesquisam estes assuntos dizem que a foto é mais uma vergonhosa montagem, por vários aspectos, entre outros, do fraudador não ter tido o cuidado de ver que o fio do poste passa dentro da imagem da nave e outros “quetais” que realmente não interessam agora. Deixaremos esta missão para os blogs de céticos que se divertem descobrindo as fraucatruas de gente que não tem muito o que fazer. Portanto, prefiro me ater as informações que recebo dos amigos extraterrestres, e nestas eu confio, porque são aprofundadas e que estão em todos os meus livros. Em “Estrelas Que Vigiam”, a comandante Sharaya cita sobre os chineses e o que eles guardam para mostrar ao mundo,juntamente com os americanos. Leia este pequeno trecho:
“Eu nunca pensei que fosse possível a entrada de naves na Terra sem que o governo terrestre percebesse ou mesmo sua população. Eu pensava assim antes de chegar a Terra para a primeira missão, e logo me foi explicado por meus superiores que estávamos diante de um povo diferente e um planeta mais diferente ainda. É importante que se explique que à diferença vem dos padrões intergalácticos conhecidos e Leis Universais que seguimos. Entendi depois de alguns estudos que os paises conhecidos como Estados Unidos, China e União dos Estados Soviéticos não querem e nunca quiseram que o mundo soubesse nada sobre nós, os seres de fora, e muito menos sobre naves que avistam suas aeronaves e que sobrevoam seus aeroportos com muita facilidade, e que podem ser vistas por quem quiser ver. Estes países possuem um acordo entre eles que não permite que imagens e textos circulem no mundo para que não exista um esvaziamento de poder. Ignoram as Leis Cósmicas e ignoram que todos os seres vivos do Universo comungam de uma só base e um só poder, que é o Todo.”
“Originários de vários povos de inteligência superior existem seres que não respeitam as leis terrestres e avançam contra naves que tentam expulsa-las do orbe terrestre. São naves comandadas por povos intergalácticos que se propõem a trocar conhecimento cientifico por conhecimento terrestre e habitação, liberada para um certo número de tripulantes que se encontrariam de tempos em tempos com autoridades humanas. Esta troca de conhecimento cientifico já ocorreu em um passado recente, talvez em 1995 quando os países do Norte receberam um recado claro de presença extraterrestre em uma de suas viagens interplanetárias. Nem tudo é passado para que os humanos não percam a fé em seus governos, mas nações interplanetárias deixaram recados explícitos para as aeronaves tripuladas que sobrevoaram a Lua e a órbita terrestre. Existem filmes na sede da agencia espacial americana que comprovam o que estou dizendo, entre outras coisas que não posso provar, mas que posso citar aqui.
Em meados da década de 90 iniciou-se um contato claro com autoridades americanas sobre as possibilidades de contato e troca de conhecimento cientifico e isso contribuiu de forma contundente ao progresso americano na área aéreo espacial. As naves que atravessam a Terra e pousam em territórios escolhidos pelo governo americano são recepcionadas com muito cuidado. Após uma série de avisos protocolares, fica muito claro que eles já estão notificados que caso exista uma proposta de invasão, os dirigentes do norte usarão bombas atômicas contra os povos visitantes. Os povos visitantes que entraram em contato com autoridades do norte foram suficientemente felizes em abordar a causa, e provaram que não vieram aqui para invadir o planeta e que isso seria fácil caso quisessem partir para esta causa. Sendo assim, estabeleceu-se um acordo entre os povos do norte e os “invasores”, e deste acordo, várias naves foram construídas em solo americano com intervenção de seres inteligentes de outras partes do planeta. Em troca, o governo americano deu a estes “estrangeiros” a possibilidade de estudarem com mais profundidade os aspectos humanos de sobrevivência, e firmaram com eles outros acordos de estudos na esperança de se criar uma força aérea maior e mais dotada de poder de ataque. Este acordo ultra-secreto seria ultra-secreto se a comunidade espacial extraterrestre não soubesse deste acordo e em tempo hábil, teria discordado desta forma de trato entre estas nações com o governo dos Estados Unidos.”
( leia mais em http://www.agbook.com.br/book/24165–ESTRELAS_QUE_VIGIAM )
VAZAMENTO NO GOLFO. UM NOVO 11 DE SETEMBRO?
Todos nós que gostamos deste planeta estamos apreensivos com os contornos perigosos que o vazamento de petróleo no Golfo do México está tomando. É sem dúvida um dos maiores, ou até o maior “acidente” contra a natureza e contra o nosso planeta como um todo. Flora e fauna atingidos diretamente de forma cruel, e porque não dizer, assassina. No livro “Tunia. Falando com os humanos”, a Comandante Uraniana Tunia afirma que os extraterrestres de Urano trabalham na preservação de nossa flora e fauna. Vejam este trecho, quando responde a pergunta 73:
73. Então você está afirmando que o planeta Terra tem sua natureza, flora e fauna preservada por extraterrestres, e no caso, por seres de Urano? Então como explicar o contínuo desmatamento da Amazônia, por exemplo?
Isso não se explica com palavras e sim com ações. Os comandos uranianos em Terra já destruíram grande parte de armamentos bélicos escondidos na Amazônia brasileira, que serviriam para armar fugitivos de vários países que se concentram nas florestas do Brasil para armarem emboscadas em rotas de vôos comerciais, militares e outros. Estes armamentos militarizariam centenas de soldados estrangeiros para habitar a Amazônia de forma descontrolada. Estes armamentos foram destruídos por forças uranianas de combate e simplesmente sumiram das mãos de sabotadores da
hegemonia brasileira nas florestas que envolvem a Amazônia. Outros aspectos foram feitos, como a destruição progressiva de máquinas que sobem o rio para serem ajustadas em outro ponto do rio e muitas embarcações com soldados militares a bordo sumiram em seus passeios noturnos com intenções bélicas. Eu não posso mais falar sobre isso porque deflagraria uma guerra entre uranianos e soldados que usurpam o potencial das florestas a mando de seus próprios governos, e isso em todo o mundo. Nosso trabalho é de preservação e não de guerra. Só usamos nossas armas mais fluentes quando não existe outra possibilidade. Estamos na Terra aproximadamente a cinqüenta mil anos terrestres, agindo sempre em colaboração com o Todo, mas não impedimos o crescimento de cidades, por exemplo. O futuro da Terra pertence ao homem, e só alteramos esta rota de destruição quando o Todo permite que nós possamos agir.
Eu confio no trabalho dos uranianos na Terra e de outras raças contra os mandos e desmandos dos humanos que só pensam em dinheiro. E me pergunto se os Ets estariam trabalhando de alguma forma na tragédia do Golfo, de forma a amenizar o ocorrido. Ainda não tenho nenhuma informação sobre isso, mas não vejo as forças estelares que residem em nosso planeta longe do problema. Vamos aguardar.
Por outro lado, vejam este vídeo onde se constrói passo a passo evidências do que poderia estar por trás do problema do derrame de óleo, e tirem suas conclusões.


















