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Angra 2 e 3. Destruídas até 2020?

Previsões sobre o futuro da Terra

Quando escrevi 2049, e isso aconteceu em 2007, e sua publicação ocorreu somente em 2009, o único acidente  marcante com usinas atômicas da história havia sido o de Chernobyl, na Russia. Neste ano tivemos algo maior, que foi o acidente com as usinas do Japão, que levaram o mundo a se perguntar: para que usinas atômicas? A Alemanha já decidiu desligar todas as suas usinas e o Japão pensa seriamente em fazer a mesma coisa. O Brasil, para variar, está na contra mão da história, e traça planos para construir mais uma. Independente da opinião dos governos de outros países, e dos 200 mil habitantes da região, que não dormem a noite pensando que algo muito sério poderá acontecer por ali. Veja o que está escrito em 2049, sobre este assunto:

“A vida agora é melhor, e eu sinceramente espero vê-lo comigo aqui em 2049. São muitos os aspectos que podemos abraçar nestes tempos tão inusitados. Podemos falar um pouco da radioatividade que se espalhou nas usinas de Angra II e Angra III. Elas simplesmente não resistiram ao impacto do mar e esfarelaram-se diante da rigidez do oceano que invadiu a costa brasileira sem bater a porta. Foram milhares os desabrigados que não resistiram ao primeiro ataque das marés e milhões quando o tsunami das Ilhas Canárias avançou com ondas enormes sobre os rochedos do Brasil. Fiquei com pena daquela gente porque vi crianças desaparecerem de seus pais e pais desaparecerem de seus filhos em questões de segundos. Vi quando a onda bateu na usina e a deslocou de lugar como se fosse um brinquedo. O vazamento da radioatividade foi relativo o suficiente para causar mais danos do que Hiroshima e Nagasaki juntas. Fauna e flora destruídas, vidas humanas perdidas, um verdadeiro paraíso largado de antemão pelos milionários que lá fizeram suas casas, pelo governo que abusou da possibilidade de contaminar este paraíso e por todos que não boicotaram a causa da construção de mais uma usina. Angra III saiu do papel e pelos idos de 2020 foi destruída antes mesmo de estar em completo funcionamento.”

Agora, veja está notícia:

Acidente em usina nuclear japonesa preocupa população de Angra dos Reis

16/03/2011 – 14h03

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O recente acidente nuclear no Japão reacendeu a polêmica em torno desse tipo de geração de energia e está causando preocupação entre as populações que vivem próximas a usinas. Mesmo em Angra dos Reis, na costa verde fluminense, onde não existe risco de tsunamis ou terremotos, parte da população está ainda mais aflita com um possível vazamento radioativo nas usinas Angra 1 e 2, criadas na década de 70. Uma possível falha humana ou no reator seria o suficiente para uma tragédia na região, que possui cerca de 200 mil habitantes.

O presidente da Associação dos Pescadores do 4º Distrito de Angra dos Reis, José Carlos Pedrosa, diz que, em caso de necessidade de fuga ou de emergência, não há estradas adequadas e o medo ronda o bairro onde mora, Parque Manbucaba, próximo às usinas.

“É preocupante você deitar e saber que tem uma usina praticamente no quintal da sua casa. Apesar de falarem que 10 quilômetros (km) de distância é uma área segura, lá no Japão ampliaram de 10 para 20 quilômetros e, agora, para 30, pois corre o risco de o acidente ser mais grave. Só que, aqui, as estradas não são suficientes.”

O pescador lembrou que as quedas de barreiras são constantes e a Rodovia Rio Santos (BR 101 sul) “vive interditada”. “O acesso mais rápido para se atingir a [Via] Dutra é subindo a serra pela Saturnino Braga, mas tem um projeto de uma estrada de uns 90 km desde a criação da Angra 1 que nunca saiu do papel. Não dá para evacuar com rapidez.”

O assistente da presidência da Eletronuclear, agência que opera as usinas, Leonam Guimarães, explicou que, embora um fenômeno natural como o que ocorreu no Japão seja praticamente impossível no Brasil, não se pode descartar outros tipos de acidentes. Leonam garantiu, entretanto, que o plano de emergência é rigorosamente idêntico ao adotado no Japão, onde o procedimento de evacuação foi realizado com êxito.

“E tenho certeza de que aqui a evacuação poderá vir a ser feita com muito menos dificuldade do que no Japão, pois lá eles estão em meio a um cenário de caos e, além disso, no entorno das usinas do Japão, a população é muito maior do que no Brasil.”

O funcionário da Eletronuclear explicou que na zona de planejamento de emergência, de até 10 km de Angra dos Reis, existem cerca de 22 mil pessoas. No Japão, o número de pessoas que moravam perto das usinas era de, aproximadamente, 80 mil pessoas.

Leonam ressaltou que as instalações das usinas no Japão foram as que mais resistiram ao terremoto e ao tsunami. “Todas as instalações industriais foram afetadas. Milhares de pessoas devem ter morrido de imediato com a explosão da refinaria de Ichibara, de gás natural.”

De acordo com a Defesa Civil do Estado do Rio, há um plano de emergência preventivo, de padrão internacional, que é colocado em prática todo o ano. De dois em dois anos, o “exercício” envolve a participação da população dentro da zona de planejamento de emergência – um raio de 15 km da central. Além disso, os moradores são convidados a participar de palestras. Anualmente, são distribuídos calendários com uma série de instruções e revistas para o público mais jovens. Cerca de 300 a 500 pessoas participam voluntariamente das etapas do plano de evacuação.

O pescador Carlos Pedrosa participa dos exercícios e confirma a distribuição dos folhetos explicativos, mas tem dúvidas de que isso baste para evitar um desastre. “Será que só isso basta? O plano de evacuação realmente existe, mas por onde fugir? Sempre nas reuniões voltamos a falar sobre os problemas das estradas e eles [autoridades] respondem que os projetos vão sair. Mas nunca saem.”

Dono de uma distribuidora de bebidas no bairro de Balneário, a cerca de 30 km das usinas, Magno Célio Pio da Costa reclama da falta de informação sobre os planos de fuga. Ele acha que a divulgação e os exercícios deveriam ser feitos em um raio maior.

“Nunca me entregaram nenhum panfleto explicativo. Só uma minoria participa dos exercícios que são longe daqui. Quem mora no bairro morre de medo. No caso de um acidente, saio correndo pelo mar, nem que seja num toco de madeira, porque pela [rodovia] Rio Santos, cheia de quebra-molas e barrancos, não dá”.

FONTE: AGENCIA BRASIL

Espero sinceramente que as previsões descritas em 2049 não se cumpram. Mas se algo ocorrer, lembrem que o descaso pela vida humana continua. Afinal, o que são 200 mil pessoas que correm o risco de morrer? Alguém do governo pode me responder?

Diminua a emissão de carbono ou…

No livro “2049. A Nova Terra”, descrevo alguns parâmetros que as empresas terão que tomar em um futuro próximo.

Planeta Terra,

25 de Novembro de 2049

Estamos neste distante ano para afirmar que agora, estamos longe da ameaça que nos faria virar pó como um todo. Escapamos das armas atômicas, que foram destruídas por um vírus de computador. Escapamos da ameaça da natureza, que insistia em se vingar dos maus tratos que fornecemos a ela durante anos a fio, explorando na totalidade todos os seus recursos. Escapamos porque os países industrializados resolveram inverter a produção de riquezas através da preservação ambiental. As maiores empresas de cada setor começaram a pagar para que seu material humano trabalhasse para produzir riquezas naturais. E a forma encontrada foi contribuir para um programa mundial onde ganhava mais quem destruía menos.

Veja no vídeo abaixo, uma campanha radical e revolucionária que alguns humanos estão fazendo. Enviado para mim pela leitora Ana Patrícia, do Rio de Janeiro.

Vamos ter que morar debaixo da terra para sobreviver?

Os americanos estão levando a idéia de que o mundo vai acabar muito a sério. Ou pelo menos, se não acabar, as pessoas poderão se proteger de terremotos, raios, furacões, pragas de gafanhotos e todas as desgraças biblicas dentro de um buraco. Mas não é um buraco qualquer como aquele que Saddan Hussein se escondeu. Ele é muito mais glamouroso.

A empresa Vivos está lançando um bunker popular por 50 mil dólares. Ou seja, por um pouco menos de 200 mil reais você pode comprar sua vaga em um dos cinco bunkers que serão construídos pela empresa, que tem um nome no mínimo sugestivo: Vivos.

Cada bunker comporta 200 pessoas. Faça a conta. Por cada bunker, eles vão faturar 100 milhões de dólares. Mas se o mundo vai acabar, onde eles vão gastar este dinheiro? Parece brincadeira, mas é verdade. Para ter acesso ao bunker, basta ir até o deserto

Bunkers. Previstos em 2049

de Mojave, na California, descer 7 metros para baixo, passar por uma porta de ferro com 1.300 kg e entrar no maravilhoso mundo subterraneo americano. Você vai ter mantimentos por um ano. Afinal, não existe desgraça que nunca termine.

No site, eles afirmam que a motivação em construir estas fortalezas subterraneas é a grande instabilidade mundial. Muita agitação na política internacional, possíveis colapsos econômicos, guerra entre o Islã radical e o cristianismo, conjunto de grandes terremotos, impactos de meteoros contra a Terra, guerra nuclear entre Irã e Iraque, atividade solar intensa em 2012 e inúmeras previsões mais antigas que a Bíblia e os Maias, aumentam consideravelmente a probabilidade de que passaremos tempos difíceis são incontestáveis.

O site ainda diz que “Vivos” é a solução e  a garantia de vida para você e sua família sobreviver a qualquer catástrofe que a natureza ou a humanidade possam criar”. Afirmam que os bunkers resistem a explosões nucleares. O site ainda pergunta: “pra que lugar você poderia ir sabendo das coisas que vão acontecer?”

Em meu livro 2049, fiz uma viagem astral ao futuro da Terra e vi muitas coisas relacionadas a este assunto. Leia este trecho.

“O planeta se transformou em uma imensa New Orleans e não havia nada a fazer do que se proteger e esperar passar. Porque um dia tudo aquilo iria deixar de acontecer. Só não sabíamos quando. O clima de terror que se instalou sobre o planeta foi generalizado. Imaginem bandos de pessoas saqueando cidades inteiras, matando e roubando por uma geladeira! Imaginem crianças sendo abandonadas porque seus pais morreram em uma enchente ou defendendo a casa das quadrilhas que se formaram da noite para o dia. Muitas famílias cresceram na paz e agora estavam diante de uma guerra, armados de todos os jeitos para defender suas famílias de invasores, e todo o tipo de pessoas que estavam destinadas a roubar, matar e pilhar a qualquer custo. Não que houvesse muita surpresa em ver pessoas atuando como demônios, porque na verdade elas eram demônios encarnados. Mas causou-me tristeza em ver populações inteiras do bem tendo que usar a força bruta para se defender e defender sua própria vida das milícias que matavam ou morriam. Não havia mais segurança em nenhum lugar que se fosse, e esta situação perdurou por muito tempo até que as naves chegassem.”

Ou ainda:

“…a grande maioria das casas que foram sendo construídas, depois dos acontecimentos de 2020, são aparentemente simples por fora e extremamente complexas por dentro. A aparência despretensiosa em muito se deve a não chamar a atenção das gangues que se tornaram rotina em todos os continentes. Gangues formadas por todo o tipo de gente que acreditava na destruição total e que expuseram para quem quisesse ver sua face diabólica. As casas foram feitas de forma a proteger as famílias destas gangues com o uso de muita tecnologia e pouco luxo.

Imaginem que em um terreno de duzentos metros quadrados, as famílias construíram andares para baixo, às vezes cinco ou seis pisos. Isto facilitava de certa forma o controle sobre uma invasão no meio da noite de uma gangue qualquer porque ao entrar no primeiro piso, eles não encontravam ninguém. Entre o primeiro piso e o segundo, existia uma área nula, para caso os invasores conseguissem penetrar. Nesta área nula, o que se pode observar é um imenso buraco feito na terra e nada mais. Aparentemente vazio. Através de sensores, os ocupantes do verdadeiro segundo andar conseguem monitorar com clareza quantos e quem são os invasores, com câmeras do tamanho de um grão de areia e elas são muitas, espalhadas pelo chão e por toda a área.

As passagens são intransponíveis primeiramente porque não visíveis a olho nu. Seria necessário que as gangues conseguissem um sonar ou um visualizador, capaz de interceptar sinais eletrônicos que abriam estes verdadeiros portais regidos por anti-matéria. Estas senhas eletrônicas são sinais magnéticos que estão no ar, flutuando e esperando que um interceptador com a senha correta faça-os abrir o campo magnético que funcionam como portas de acesso. Nada de alçapões e calabouços do passado. São portões virtuais que tomam a forma material quando os donos da casa desejam. E ninguém mais pode fazer isso.”

Veja abaixo algo sobre as bases subterraneas que estão sendo construídas pelo governo americano…

Livro “Tunia. Falando com os Humanos”, é o mais vendido na AGBOOk

O livro “Tunia. Falando com os Humanos” surpreendeu este autor. O livro é o mais vendido na seção “Esoterismo” do site www.agbook.com.br , que tem em quinto, sexto, sétimo e oitavo lugar entre os mais vendidos, os títulos “2049″, “Conexão Urano – A Roda Cármica” , “Vitzo- 300 Perguntas” e “Conexão Urano 2″ . Na décima quarta posição está “Estrelas Que Vigiam”, todos deste autor.

“Tunia é também um dos um dos mais vendidos na mesma seção do site www.clubedeautores. com.br.

Cativando leitores em todo o mundo

O livro também não fez feio no primeiro concurso literário promovido pelo mesmo site. Competindo com 3.000 publicações, ficou na trigésima primeira colocação.

Para mim, significa que “Tunia. Falando com os Humanos” realmente está começando a falar com os humanos.

Ainda longe de ser um best seller, o livro simboliza o fruto da amizade entre este autor e os seres de Urano da nona dimensão.

Com o apoio de vocês, posso continuar meu trabalho com os Ets

Na seção “Espiritualismo” do site da AGBOOK, Tunia vem em segundo lugar até esta data, sendo acompanhado de perto de livro do Capitão Vitzo ” Vitzo- 300 Perguntas”.

Agradeço aos seres estelares e a vocês, por assimilarem as mensagens destes seres liderados pelo Todo e pelo Amor Universal. Simboliza também a concretização de conceitos que se iniciaram no livro “Conexão Urano – A Roda Cármica”, também entre os mais vendidos pelos dois sites.

Fico feliz que vocês estejam modificando suas vidas e abrindo suas conciencias para esta nova realidade, assim como eu estou fazendo com minha própria vida.

Abração pra todos!

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