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Fabio Del Santoro fala sobre extraterrestres e a sabotagem reptiliana

PALESTRA COM FABIO DEL SANTORO EM PARANAPIACABA

Mulher mexicana é contatada por extraterrestres

O escritor extradimensional Fabio Del Santoro apresenta o Programa Vozes do Universo

O Blog do Del – Mundo Ufo se despede de 2010 com mais um depoimento veemente. Hoje  vamos conhecer  a história de Vianney López, mexicana, que tem contatos com naves espaciais extraterrestres desde os 06  anos de idade. A entrevista foi realizada pelo investigador  Enzo Farias. Voltaremos com a publicação  normal de matérias na primeira semana de Fevereiro de 2011. Enquanto isso, nas férias, desfrutem do farto material a  sua disposição aqui no Blog do Del – Mundo Ufo

COMANDANTE TUNIA SE MANIFESTA VIA TCI !!!

O tempo passa. E quanto mais ele passa, mais nos aproximamos de nossas verdades

SANTORO: CONTATO COM SER DE URANO

Hoje estou me referindo ao contato literal com a extraterrestre Tunia de Urano.

O contato foi feito através das técnicas de TCI, com muitas limitações técnicas de

Capa do novo livro de Fábio Del Santoro

Tunia. Uma uraniana que tem contato com o autor Fábio Del Santoro

minha parte.

 

Parte de todo conteúdo esta registrado neste programa Vozes do Universo 27. Ouçam com atenção e vejam o quanto estamos próximos de uma nova realidade terrestre.

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Círculos Ingleses revelados

 

Mariana Vezneva

 

Por mais de 20 anos nos campos de milho, em todo o mundo se formam círculos perfeitos. Ele pode ter surgido, às vezes formando figuras geométricas e composições complexas que só podem ser vistos a partir dos olhos dos pássaros ou aviões e helicópteros.. Através da Internet, fotos tiradas deles são distribuídas ao redor do mundo e se tornaram conhecidos entre nós. A escritora búlgara Mariana Vezneva, arquiteta e exploradora supersensorial, é correspondente e membro da Academia Internacional de Informatização na ONU.

Ela é também a primeira e única pessoa no mundo que conseguiu revelar a mensagem dos círculos nos meios culturais, estabelecendo uma conexão com seus criadores. A autora revela que os pictogramas nos anéis de culturas contém advertências contra ocorrências catastróficas do aquecimento global e os perigos da auto-destruição da raça humana. As formações vegetais consecutivas são as respostas para nossas perguntas não respondidas pela ciência sobre a preservação da vida. Daí que este círculo continua a cada ano, como uma obra viva.

O livro intitulado “The Eye of onisciência”, é o quinto da série “A Escola Secreta”. É na verdade um manual focado na  sagrada linguagem cósmica universal de símbolos e alegorias. A compreensão desta língua e a conexão mental são prelúdios necessários para o diálogo entre eles e nós. Temos necessidade deste diálogo, para que possamos sobreviver situações críticas que nos esperam e sobre o qual os cientistas alardeiam cada vez mais ativamente. Veja por exemplo, como foi descrito por ela este crope-circle através de seus estudos e contato telepático.

 

Simbolo Maia alertando sobre o desequilíbrio terrestre em Wiltshire

 

“O que vai acontecer no ano que o calendário Maia acabar?”
“Quais eventos  irão causar o escurecimento do céu e desaparecer do sol?”

A resposta segundo a interpretação

dos estudos de Mariana: Os vulcões serão ativados. A fumaça negra vai cobrir o sol. O mundo vai afundar na escuridão e no eclipse global .

Em outro momento, Mariana faz a seguinte pergunta: É direito interromper a gravidez quando provamos que o  feto sofre da Síndrome de Down? nascimento de muitas crianças com síndromes  é o primeiro sinal da queda de uma civilização e mostra a necessidade de um novo projeto genético e de civilização. Significa o início da queda de sua civilização que começou com os experimentos científicos para criar a vida, como a engenharia genética, o transplante de órgãos, a psicocinética e a manipulação da mente humana, a consciência e a vontade.

FONTE: http://www.vezneva-pictograms.com/en/index.php

Imagens de seres extraterrestres : Caso Stan Romanek

Em 21 de Julho, publiquei no BLOG DO DEL, uma matéria sobre Stan Romanek.  É um caso rico de informações, que vai desde sonhos e regressões até fotos onde aparecem vultos, Ets e uma infinidade de evidencias de origem

 

Stan na 5280 MAGAZINE em julho de 2008

 

  • extraterrestre. Agora, Jaime Maussan nos traz novas informações sobre Stan Romanek. E são surpreendentes. Ele diz que pode ser pai de uma garota que o procurou em uma palestra. Segundo ele, ela não é humana. Assim como trato deste assunto em “A FILHA DAS ESTRELAS”, Stan parece estar vivenciando fatos que são maiores do que sua compreensão.E também da grande maioria dos seres humanos. Veja agora esta importante matéria sobre uma nova realidade que nos cerca.

Porque o ufólogo George Adamski foi levado a sério pelos USA?

 

Adamsky e Orthon

 

Hoje vou falar de alguém que foi levado a sério não só pelos Estados Unidos, como  pelo Papa João XXIII, por reis, rainhas, Henry Kissinger e se encontra enterrado ao lado de grandes nomes da história americana. Nos dias medíocres  em que vivemos, quando o estudo da  ufologia está sendo jogado aos porcos pela  grande mídia e por sites céticos, lembrar de George Adamsky e o respeito  conquistado por suas posições, no mínimo polêmicas nos anos 40, é um alento.

A pergunta que faço é o que a grande mídia faria com George Adamsky se ele surgisse  hoje. Teria a mesma repercussão e o mesmo respeito? A resposta é não. A impressão  que tenho é que naquela época, os Estados Unidos consideravam que um polônes  americano ter contato com extraterrestres colocava o país a frente dos outros. Até  George Adamsky, ninguém falava em outros contatados. A relação entre os países era  outra, existiam só duas potências, USA e URSS e o ser humano parecia ser mais  aberto a realidade extraterrestre.

O que quero dizer é que se um país, um grande país, começar a endossar e proteger seus contatados, não haverá pânico, como não houve naquela época.  Mas não existe este interesse. O interesse de hoje é oposto ao tempo de Adamsky. Hoje, com um mundo quebrado economicamente, envolvido em guerras sem fim, mergulhados na violência urbana e nas drogas, é muito perturbador achar que existem Ets e discos voadores como no tempo de Adamsky. Afinal, as autoridades sabem que eles existem mesmo. Eles podem nos provar em 30 segundos que nossos governos não valem muita coisa. Pense sobre isso. Leia abaixo as informações fornecidas pela Wilkpédia e depois assista o programa de Jaime Maussan sobre Adamsky.

George Adamski (17 de Abril de 1891 — 23 de Abril de 1965) foi um dos nomes mais importantes da ufologiano século XX. Nascido na Polônia, sua família emigrou para os Estados Unidos da América quando ele tinha apenas um ano e meio de idade.

Adamski serviu o exército dos Estados Unidos entre 1913 e 1916, no 13° Regimento de Cavalaria, onde envolveu-se nos conflitos fronteiriços causados pela Revolução Mexicana. Em1917, casou-se com Mary Shimbersky. Trabalhou como zelador e pintor no Parque Nacional de Yellowstone, e entrou para a Guarda Nacional norte-americana em 1918. Afirmava ter sido contrabandista de bebidas durante a vigência da Lei Seca (1920-1933). A partir de 1920, mesmo não tendo qualquer formação acadêmica, passou a dar palestras sobre astronomia e filosofia nos estados de Novo MéxicoCalifórniaArizona.

Em 1934, ele fundou em Laguna Beach, Califórnia, uma sociedade ocultista denominada “Ordem Real do Tibet”, onde ensinava “Lei Universal” e “Cristandade Universal Progressiva”, disciplinas que mesclavam teosofiacristianismo. Foi ali que ganhou os títulos de “professor” e “filósofo”, bem como seus primeiros seguidores.

Por volta de 1940 ele fixou-se em Palomar Gardens, Califórnia, onde foi trabalhar como garçom e administrador de um pequeno restaurante de propriedade de Alice K. Wells, o Palomar Gardens Cafe. Ali, ele servia hambúrgueres para turistas que visitavam o observatório astronômico localizado na montanha, e, à noite gastava horas observando os céus com um modesto telescópio que havia instalado no quintal. E foi justamente deste mesmo quintal que ele teria visto algo que mudou radicalmente sua vida… Na noite de 9 de Outubro de 1946, enquanto perscrutava o céu como de hábito, Adamski avistou seu primeiro OVNI: era uma gigantesca “nave-mãe” que pairou sobre as montanhas ao sul do monte Palomar, seguindo na direção de San Diego. Este primeiro contato visual impressionou-o de tal modo que ele passou a dedicar todo seu tempo livre à investigação do mesmo, obtendo inclusive fotografias impressionantes de seus avisamentos. Estas fotografias constituem um capítulo à parte em sua história: sempre pareceu suspeito para seus

 

Best Seller de Adamsky

 

críticos que ele tenha conseguido tantas imagens de OVNIs e de tão boa qualidade sem se afastar dos arredores de sua casa, enquanto muitos pesquisadores que cruzaram os Estados Unidos de costa à costa, jamais obtiveram uma única foto – mesmo ruim.

Contra tal suspeita, Adamski apresentava duas justificativas: a primeira é que haveria uma coincidência de ordem geográfica. A casa dele estaria situada próxima a uma “linha de força magnética natural”, unindo Calexico à baía de Santa Mônica, e cujo centro estaria quase que exatamente ao sul de monte Palomar. Assim, os OVNIs estariam apenas seguindo um percurso normal de reabastecimento e ele seria, digamos, um observador privilegiado. A segunda explicação, não menos importante, ele resumia numa frase: “o segredo do êxito é a constância do propósito”. Ou seja: ele conseguia boas fotos porque se esforçava em obtê-las.

A partir de 1949, tendo reunido farto material fotográfico, Adamski começou a aceitar convites para palestrar sobre OVNIs. Sempre negou que cobrasse por suas apresentações, mesmo despesas de traslado e estadia; seus críticos, contudo, lhe atribuem a honra duvidosa de ter sido o primeiro ser humano a obter sucesso comercial graças aos seus contatos comextraterrestres. A única coisa que Adamski confirma é que, devido ao grande número de pedidos de cópias de suas fotos, teve de passar a cobrar por elas. Isso lhe teria valido uma acusação de “mercantilismo” que ele, natualmente, refutava.

Foi também em 1949 que Adamski publicou um livro de ficção científica intitulado “Pioneers in Space” (“Pioneiros no Espaço”), o qual, segundo algumas fontes, teria sido realmente escrito por uma amiga dele, Lucy McGinnis. Na obra,que fala de viagens espaciais à Lua, Marte e Vênus, ele advoga entre outras coisas a existência de atmosfera respirável na Lua, fato que pode soar bizarro no século XXI, mas que até as primeiras décadas do  século XX ainda era considerado perfeitamente plausível por astrônomos famosos  como William Pickering. É importante notar que algumas colocações apresentadas  como ficção em “Pioneers in Space” passam a ser tratadas como facto em seu livro  mais famoso, “Flying Saucers Have Landed” (“Os Discos Voadores Pousaram”)  de 1953)

Escrito a quatro mãos com o publicitário Desmond Leslie, “Flying Saucers Have      Landed” narra o suposto encontro de Adamski com uma inteligência extraterrestre  em 20 de Novembrode 1952, no deserto do Colorado. Este ET, apelidado posteriormente de “Orthon” pela editora de Adamski, Caroline Blodgett, era o único ocupante de um pequeno disco voador que emergiu de uma gigantesca “nave-mãe” em formato de charuto. Orthon desceu no deserto, próximo ao local onde Adamski estava com um grupo de amigos e alunos, e, através de gestos e telepatia (visto que aparentemente não falava inglês), explicou que era oriundo de Vênus e que seus concidadãos estariam preocupados com o desenvolvimento de armas nucleares e a incapacidade dos terrestres em promover seu próprio crescimento espiritual.

Dentro das espaçonaves

“Flying Saucers Have Landed” fez grande sucesso quando de seu lançamento, e foi traduzido em diversos países, inclusive PortugalBrasil. Tendo despertado a atenção do público, Adamski fez publicar em 1955 a segunda parte de seus encontros com os extraterrestres: “Inside the Space Ships” (“Dentro das Espaçonaves”). Na obra, ele narra como teria sido novamente contatado por Orthon, em 18 de Fevereiro de 1953, o qual, tendo aparentemente aprendido a falar inglês fluentemente neste curto período, levou-o para um passeio pelo espaço sideral à bordo de uma das “naves-mãe”.

Segundo Adamski, os extraterrestres precisavam de um porta-voz que disseminasse suas mensagens de paz entre os povos da Terra, e ele havia sido escolhido para a missão. Enquanto a “nave-mãe” cruzava o espaço, permitindo que Adamski visse (à distância) lagos, rios, montanhas nevadas e arborizadas na face oculta da Lua, paisagens igualmente bucólicas, oceanos e grandes cidades cientificamente projetadas em Vênus, seus anfitriões expressavam suas preocupações pelo baixo nível de desenvolvimento espiritual dos humanos, considerados uma das raças mais violentas do Sistema Solar.

Adamski teria ainda um último contato com os extraterrestres antes de sua morte. Em 26 de Fevereiro de 1965, ao lado da amiga Madeleine Rodeffer durante uma estadia em Silver Spring, ele testemunhou pela última vez o vôo de um disco voador sobrevoando árvores próximas. Desta vez, contudo, os ETs o haviam avisado previamente para que mantivesse uma filmadora à mão. O registo, em filme de 8 mm, é considerado um dos mais convincentes jamais efetuados em toda a história da ufologia. Segundo alguns engenheiros aeronáuticos, o fato do disco voador ter seu formato distorcido de quadro para quadro poderia indicar a presença de um poderoso campo gravitacional sendo gerado pelo aparelho.

Menos de dois meses após esta filmagem, faleceu em Maryland, vítima de um ataque cardíaco.

Sensitiva da Espanha fala sobre seres extraterrestres

O seu nome é Isabel De La Fuente. Ela é mais uma colaboradora da elucidação da verdade, em suas palestras e entrevistas. Seu idioma natural é o espanhol. Para nós  que falamos portugues, podemos entender perfeitamente o que diz, pois fala muito claramente.    Fico feliz porque muitas das coisas que ela expica, está em meus livros.

O que isso significa é que participamos de uma mesma rede criada pelos Ets. Uma rede de informações dos seres conectados ao Todo. As mensagens apenas mudam de idioma, porque todos os que trabalham com a conexão extraterrestre recebem as mesmas verdades.

Por isso continuo fazendo meu trabalho de forma tranquila. Nunca vi Isabel e ela nunca me viu. Como podemos falar as mesmas coisas? Muda-se pouca coisa aqui e ali, mas tudo está conectado. Também nunca vi a pesquisadora francesa, e também falamos e escrevemos coisas semelhantes.

Portanto, o fato não deixa de ser uma prova de que existe uma rede energética de conexão. E eu e você ,que está lendo este blog agora, já fazemos parte. Boa palestra!

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