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“CASO EMBU”. ESTAMOS TODOS ERRADOS. ATÉ QUE PROVEM O CONTRÁRIO.
Estamos atravessando um período curioso na ufologia. Com o avanço tecnológico, as pessoas estão se comunicando mais, de forma mais rápida. Mas, mesmo com a utilização destas ferramentas fantásticas, os seres humanos não estão livres de cometer erros de avaliação. Ou para ser bem claro, continuamos errando. Até que alguém prove o contrário. A avaliação sobre o evento de uma aparição ufológica sobre a cidade de Embu, São Paulo, mostra que continuamos os mesmos. Sabemos, falamos, julgamos, damos entrevistas, somos rápidos nas respostas. Mas continuamos errando. E erramos porque a tecnologia que está aí é quase perfeita, eficaz, cumpre seu papel, e nós, somos seres falíveis em nossas existências, somos humanos! Continuamos os mesmos desde o incidente em Roswell, em 1947. Estamos a mercê dos formadores de opinião. Estejam eles orquestrados. Ou não. Apesar de toda tecnologia, ainda somos enganados por uma bateria de celular, uma pipa e alguns leds de cor azul e um show da mídia aberta, que apostou na pipa, e acertou.
O incidente colocou a sombria cidade de Embu de novo no mapa. Colocou também alguns ufólogos no ar das principais redes nacionais. Mas também trouxe, pelo menos a mim, a constatação de que não se pode ter pressa quando o assunto é ufologia. Se ainda somos enganados por nossos olhos, que não sabem a diferença entre uma nave espacial e uma pipa, estamos com sérios problemas. E a grande mídia deste país, acusada várias vezes de descaso e despreparo com a causa, não pode ser acusada de ter sido omissa neste caso. Ela pode ter se aproveitado da ignorância dos populares, dos telespectadores e de pessoas bem intencionadas que se apressaram em dar um veredicto positivo para a aparição. Eu acredito que um dia teremos a tecnologia sendo usada a nosso favor, provando mais rapidamente o que nossos olhos e nossa experiência não conseguem provar. O “Caso Embu” só conseguiu provar que estamos a mercê da tecnologia terrestre e da genialidade humana, usada neste caso, apenas para causar tumulto e chamar atenção. Quanto a tecnologia extraterrestre, é melhor não comentar. Eu posso estar errado. Até que alguém consiga provar o contrário.
Encontro Ufológico de Peruíbe revela tendências
Estive em Peruíbe nos dias 15, 16 e 17 de Abril de 2011. Fui especificamente para poder ver de perto, como vai a ufologia brasileira. Não perdi a viagem. Encontrei um ambiente familiar e amigável. Encontrei pessoas dando o melhor de si para explicar, educar, mostrar a uma platéia atenta que ufologia não é brincadeira. Ela está ao nosso redor. Está em nossas vidas. Assim como o ar que respiramos e a água que nos mantém vivos. Evidente que uma palestra pode nos tocar mais profundamente do que outra. Mas o mais importante é que ali estavam reunidas pessoas afins. Pessoas com afinidade com uma das modalidades mais abandonadas em nosso país. Eu me juntei a estas pessoas neste evento, para engrossar as fileiras de cidadãos brasileiros que tiveram um dia, uma experiência estranha ao nosso cotidiano. Nas pausas entre uma palestra e outra, ouvi pessoas contando suas experiências. Ouvi pessoas de várias religiões. Ouvi pessoas tomando seu café, ávidas por voltar ao auditório, para ouvir a próxima palestra. Vi o sr. Stanton Friedman, físico nuclear, muito humilde, sentado durante tres dias ao lado de seus livros. E
sem falar português, com certeza não pode sentir de perto o carinho dos brasileiros que ali
estavam. Mas quando subiu ao palco, foi ovacionado. Aplaudido de pé, antes de sua curta, bem humorada e precisa explanação. Ao final, o físico canadense sorria timidamente, certo de que estava na hora e no lugar certo. Conheci pessoalmente A.J. Gevaerd e parte de sua família. Tudo ali tinha o seu toque. Mais magro e revigorado, Gevaerd fez questão de atender a todos com a mesma atenção, paciência. E eficiência. Bati um bom papo com Marcos Petit, um sujeito coerente, aficcionado com o trabalho sério que faz. Sem dúvida, um grande nome da ufologia mundial. Conversei também com Wallacy Albino, que representa a ufologia na baixada santista. Outro cidadão que vive a ufologia como poucos. Atento e bem humorado. Também tive o prazer de conhecer o cineasta James Fox. Alguém que estava ali, na palestra de sábado a noite, justificando sua presença com comentários e informações que jamais poderíamos saber se não estivéssemos ali. Para aprender e ensinar. Troquei algumas palavras com o ufólogo Paulo Anibal, que também trabalhou duro para dar atenção a todos que estavam em Peruíbe pela primeira vez. O encontro revelou tendências nítidas, de que este é um assunto que faz parte da vida de todos nós. Envolve todas as ciências conhecidas pelo homem, e revela sem a
pretensão de “fazer cabeças” , um novo mundo para aqueles que já superaram a fase “não falo em disco voador porque vou ser gozado, taxado de louco” . Nada disso. Encontrei gente como a gente, tentando entender, estudando os mistérios, captando novos conhecimentos para finalmente, perceber que vida e ufologia estão lado a lado. O estudo dos Ufos envolve disciplinas distantes da maioria de nós, mas também envolve sentimento, responsabilidade, emoção. Envolve nossos sonhos do futuro. E pode amanhã, se tornar não só a atividade de um grupo de amigos que passaram suas vidas em vigílias, tentando registrar um avistamento, mas também uma atividade cotidiana,
que se aplica aos nossos lares, que se conversa em família, que se estuda e debate. A tendência no mundo que observamos hoje, é de que o estudo sobre Objetos Voadores Não Identificados, se tornará algo inevitável em nossas vidas.
Resumindo. Estive em um bom evento ufológico, recebido por uma cidade que se abriu para o assunto, devido a uma quantidade sem fim de avistamentos. Peruíbe é hoje, sem dúvida,uma cidade pronta para receber bem o turista comum, e o turista especial, aquele que acredita que não estamos sós, e que participa de encontros como este. O sétimo encontro ufológico de Peruíbe foi um sucesso. Fiquei muito feliz de estar presente. Que venham outros! Parabéns ao Gevaerd, responsável pelo evento e para toda a equipe que esteve ali trabalhando para o sucesso da ufologia brasileira e mundial.
CARTA DO FBI REGISTRA 3 UFOS EM ROSWELL
Ao contrário do que todos nós sabíamos e que já havia sido divulgado pelas Forças Armadas Americanas desde os anos 50 do século 20 e depois desmentidas pelo próprio governo, não apenas um, mas tres discos voadores foram encontrados em Roswell, no Novo México. Veja o trecho desta carta retirada dos próprios arquivos do FBI, nesta segunda feira, 11 de Abril de 2011, onde um agente comunica o que realmente foi visto em Roswell.
“Um investigador para as Forças Aéreas do Estado que três discos voadores foram recuperados no Novo Mexico. Eles foram descritos como sendo de forma circular com aproximadamente vinte e cinco metros de diâmetro. Cada um era ocupado por três corpos de forma humana, mas com aproximadamente apenas 90 cm de altura, vestidos em tecido metálico de uma textura muito fina. Cada corpo estava vestido com uma roupa similar as usadas por aviadores e pilotos de velocidade. Segundo o Sr. (censurado) informante, os discos no Novo
México cairam devido ao fato de que o governo tem um radar de alta potência na área e acredita-se que o radar interfira com o mecanismo de controle dos discos. Nenhuma avaliação ainda foi feita pelo (censurado) relativas ao referido acima.”
Fonte: FBI


















